Os criminosos roubaram esse valor invadindo contas bancárias e transferindo valores.
A fraude bancária online envolvendo transferência de somas tem crescido fortemente desde 2007 nos Estados Unidos, gerando um prejuízo de 120 milhões de dólares no quarto trimestre de 2009.
É o que mostram os números que acabam de ser divulgados pela U.S. Federal Deposit Insurance Corporation (agência norte-americana responsável por defender os depósitos de pequenos poupadores) na RSA Conference, evento de segurança que acontece em São Francisco (EUA).
Segundo David Nelson, especialista em segurança da FDIC, a organização recebe um grande volume de informações sigilosas, dados que foram utilizados em seu mais recente estudo.
E as pequenas empresas também estão no alvo dos bandidos da Internet. Segundo o estudo da FDIC, os golpes online que têm como alvo pequenos negócios norte-americanos causarem prejuízos de 25 milhões de dólares no mesmo período.
“A maioria dos casos reportados nos Estados Unidos envolve o uso de programas nocivos distribuídos via Internet e que são usados para capturar dados bancários”, afirma Nelson. A vítima visita um site adulterado e é convencida a baixar um programa, que contém um cavalo de tróia (programa utilizado por crackers para ter o controle de um computador). Embora os bancos criem novas formas de proteção, os bandidos ainda conseguem obter dinheiro com esses golpes.
Os casos de golpes online também estão gerando disputas judiciais, com consumidores e empresa lesadas processando seus bancos para recuperarem o dinheiro desviado pelos crackers.
É o caso de Joseph Mier, que briga na justiça norte-americana com o banco CapitolOne. Criminosos transferiram mais de 27 mil dólares de sua conta corporativa no ano passado. Segundo ele, o CapitolOne se nega a pagar a conta porque afirma que o crime não aconteceu em sua rede. Mas Mier contratou um especialista em crimes cibernéticos, que realizou um levantamento e não encontrou sinais de invasão.
Fonte: IDG News Service
Uma empresa japonesa de robótica criou uma perna artificial capaz de interpretar os sinais do cérebro e movimentar-se a partir de suas ordens, permitindo ao usuário caminhar de forma "fluente".
O aparelho, desenvolvido pela empresa Cyberdyne, usa a mesma tecnologia utilizada em 2008 para o revolucionário traje-robô batizado como HAL, uma espécie de armadura cibernética que permite facilitar os movimentos de idosos e pessoas com necessidades especiais.
"O princípio robótico é o mesmo. O sistema da perna tem sensores que podem ler os sinais enviados pelo cérebro", explicou um dos porta-vozes da empresa, Mitsuhiro Sakamoto.
Quando os sensores detectam que o cérebro envia a ordem de movimento à perna, os pequenos motores instalados na extremidade artificial movimentam de forma automática os mecanismos do joelho e o tornozelo.
A perna ortopédica permite aos pacientes caminhar de forma natural, sem a ajuda de muletas, segundo a empresa. Os responsáveis pela Cyberdyne acreditam que o aparelho passe a ser comercializado em aproximadamente quatro anos.
Além disso, a empresa deve aplicar os mesmos princípios robóticos para fabricar braços artificiais com fins ortopédicos. Até agora, o principal produto da companhia era o "HAL", que aumenta as capacidades físicas do corpo humano e é recomendado a pacientes com problemas musculares ou incapacidades físicas.
Fonte: EFE
A HDMI Licensing, empresa formada pelos fabricantes de equipamentos para gerenciar o uso da conexão HDMI em todo o mundo, anunciou que já foram definidas as especificações da versão 1.4a, idealizada para equipamentos 3D. Segundo a empresa, os fabricantes têm prazo de 90 dias para se adaptar às novas normas.
Adotada praticamente por todos os fabricantes, a conexão HDMI transformou-se na prática no padrão oficial para equipamentos de áudio e vídeo de alta definição. A versão HDMI 1.4a introduz normas específicas para fabricação e uso de aparelhos 3D, incluindo televisores, players, videogames, câmeras, conversores, adaptadores e cabos. Em comunicado distribuído na última quinta-feira a HDMI Licensing confirmou também as normas para transmissões de televisão em 3D, previstas para ter início oficial em meados do ano.
A empresa informou ter realizado exaustivos testes para chegar à nova padronização, que passa a ser obrigatória. No caso das transmissões, as emissoras terão que optar entre dois formatos de sinal de vídeo 3D, chamados Side-by-Side Horizontal e Top-and-Bottom. Todos os televisores fabricados a partir de agora deverão ser compatíveis com esses dois formatos.
Para filmes e jogos, foram especificados a resolução e a freqüência de sinal, de modo que todos os discos funcionem da mesma forma e sejam, assim, compatíveis com qualquer player. Estas são as novas especificações:
Filmes - Resolução 1080p, freqüência de 24Hz
Games - Resolução 720p, freqüência de 50 ou 60Hz
Transmissões (broadcast) - Resolução 1080i, freqüência de 50 ou 60Hz (formato Side-by-Side); resolução 1080p e freqüência de 24Hz ou resolução 720p e freqüência de 50 ou 60Hz (formato Top-and-Bottom).
Para saber mais sobre as novas normas, acesse o site oficial da HDMI Licensing: www.hdmi.org. Para saber mais sobre a tecnologia HDMI, acesse o hot site HDMI Connect.
Fonte: Revista home theater
Suspeito teria participado de ataques a usuários de cartão de crédito nos Estados Unidos e na Ásia.
Uma corte da Tailândia aprovou a extradição para os Estados Unidos de um cracker da Malásia acusado de participar de um esquema de roubo de dados de cartão de crédito. Ele seria responsável por prejuízos de 150 milhões de dólares entre internautas norte-americanos e asiáticos.
Inicialmente, Gooi Kokseng ficará detido por 30 dias na Tailândia para o caso de recorrer da sentença. Kokseng tem 44 anos, usa o apelido Delpiero na Internet e fez vítimas de seus golpes na Ásia e nos Estados Unidos. Se condenado, ele pode ficar preso por pelo menos um ano, segundo o jornal Bankok Post.
Os casos de crimes na Internet costumam atravessar fronteiras. No ano passado, dois romenos foram extraditados para os Estados Unidos por conta de acusações de golpes via Internet. E, na semana passada, o FBI divulgou que enviou agentes para investigar cibercrimes no leste europeu.
Fonte: IDG News Service
O presidente presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse hoje em seu programa semanal de rádio 'Café com o Presidente' que o Portal Brasil representa o começo de uma nova etapa da comunicação entre o Estado e a sociedade brasileira.
Lula afirmou que apenas 30% do conteúdo esperado está disponível no site, mas que o objetivo é chegar a 100%. A página vai agregar informações e serviços prestados pelos órgãos federais e ministérios.
"Eu até brincava com o ministro Franklin Martins (Comunicação Social) no dia do lançamento. Eu dizia que a gente pode afirmar no mundo inteiro que isso aqui é o Google brasileiro, ou seja, aqui o cidadão vai entrar e vai poder saber de tudo aquilo que a gente faz, de cada centavo que a gente gasta", disse Lula.
Lula comentou ainda a entrega da primeira etapa do Projeto Salitre, que prevê a irrigação de terras para a produção agrícola em Juazeiro, na Bahia. Segundo ele, ainda há 750 mil hectares de terras prontas para irrigação apenas no Nordeste.
"Temos uma quantidade enorme de terra para ser irrigada e isso requer investimento, uma participação mais efetiva entre os Poderes Públicos, entes federados, governo do Estado, governo federal e municipal, e empresa privada", afirmou.
Fonte: Folha Online
O primeiro SIM Card foi apresentado ao mundo na década de oitenta. Com a vantagem de ter um mecanismo para gravar o número do telefone, que não precisava mais ser memorizado no aparelho, o produto era um pequeno cartão magnético portátil. Pouco tempo depois, foi apresentada ao mercado a tecnologia móvel GSM, com sinal e canal de voz digitais e SIM Card padronizado na forma de um "chip" eletrônico (Smart Card). Desta forma, o sucesso do SIM Card veio rapidamente, uma vez que o GSM contribuiu para o SIM se tornar mais eficiente, barato e menor.
A partir deste momento, este cartão ganhou novos atributos, padrões e tecnologias associadas.
Se analisarmos todas as suas características e funcionalidades, podemos compará-lo a um mini-computador. O SIM card possui diversos recursos que propiciam segurança e identificação, como, por exemplo, ID único e universal do usuário. A própria sigla SIM significa, em inglês, "módulo de identificação do assinante" (Subscriber Identity Module). Além disso, a troca da linha telefônica para um novo aparelho hoje é muito mais simples, basta colocar o SIM card no novo celular.
Outra inovação que o SIM card possibilita é oferecer serviços de valor agregado, como chats, serviços de Instant Message, mobile TV, votações, quizzes, ringtones, full tracks, jogos multimídias e outras aplicações. A maioria deste conteúdo é acessada via SIM Browsing, sem a necessidade de conexão à Internet/WAP, ou seja, para navegar, os usuários não precisam pagar pelo tráfego de dados. Essa navegação é feita através de forma interativa e intuitiva através de poucos cliques. Além disso, essa tecnologia proporciona experiência de uso padronizada e eficiente para todos os tipos e modelos de aparelhos celulares.
Outra possibilidade é interagir com as chamadas redes sociais e acessar a agenda de contatos, ganhando agilidade na comunicação e conferindo um valor emocional ao aparelho. O SIM, utilizado em todo o mundo por milhões de usuários, ainda oferece outras vantagens: com este cartão, não há, por exemplo, a necessidade de download, visto que o aplicativo ou o serviço já podem vir configurados no cartão.
Com tantas opções de prestação de serviços e de aplicativos, o SIM acabou despertando o interesse de empresas, tornando-se uma mídia. A justificativa é simples: ao estampar sua marca ou serviço no cartão, as empresas ganham visibilidade, aumentam sinergia com as outras mídias e executam uma ação inovadora e diferenciada.
Socialmente responsável, o SIM mudou de formato. Agora, o plástico do cartão, que anteriormente era descartado, pode ser transformado em um mini-DVD, com conteúdo interativo, digital, exclusivo e até mesmo patrocinado. Outra vantagem deste produto está no mercado de serviços financeiros. O SIM permite, por exemplo, que o usuário utilize o mobile banking para realizar pagamentos, transferências e consultas, de maneira segura e simples. Os mais recentes SIM Cards permitem também a realização de pagamentos ou transações "sem-contato" de forma segura, ou seja, basta aproximar o celular a uma leitora para pagar o metrô, por exemplo.
Na esfera do mobile marketing, é possível utilizar mensagens interativas ("pop-ups") para criar campanhas. Um exemplo: com apenas um clique, os consumidores têm acesso aos novos lançamentos de uma grande empresa ou, dependendo da região e do bairro em que estiverem, recebem informações sobre produtos em promoção. Se você está à procura de uma mídia completa, interativa e eficaz, o SIM Card é exatamente o que você precisa.
É a tecnologia a favor do cidadão, tornando tudo muito mais rápido, fácil, interativo e o mais importante: provando que tudo mudou para melhor!
Fonte: Imasters, por Cristiane Higashi
A Novell voltou recentemente a dar lucro. No entanto, segundo a empresa de investimentos Elliott Associates, as ações da empresa nas bolsas dos Estados Unidos estão subvalorizadas. Por conta disso, a Elliott Associates propôs a aquisição completa da Novell.
Ambas as empresas confirmaram a proposta de aquisição através de anúncios à imprensa. De acordo com a Novell, a Elliott Associates propôs pagar aos acionistas da empresa o valor de 5,75 dólares por ação. A bolsa norte-americana reagiu imediatamente e a cotação das ações da Novell subiu aproximadamente 26%, o que levou o preço da ação da companhia a ficar até supervalorizado. O New York Times informou um preço de aquisição de 1,83 bilhão de dólares em dinheiro — ou seja, quase dois bilhões de dólares.
Atualmente, a Elliott Associates já possui 8,5% das ações da Novell, sendo assim uma das maiores acionistas da empresa. A aquisição teria como objetivo fortalecer a fraca cotação das ações da Novell no mercado americano. A empresa de investimentos alega que a variação do valor das ações da Novell deixa a desejar, não citando, entretanto, a estratégia da empresa em torno de Linux e Software Livre.
A Novell recebeu a proposta de aquisição e a está analisando, devendo anunciar sua posição a respeito nos próximos dias.
Fonte: Linux Magazine
A Microsoft planeja lançar dois celulares até o fim deste primeiro semestre. Os aparelhos serão vendidos pela maior operadora dos Estados Unidos, a Verizon Wireless, e destinados aos usuários de redes sociais.
Os telefones estão sendo desenvolvidos pela Microsoft sob o nome de Project Pink. A Microsoft vem perdendo participação no mercado de telefonia móvel para empresas como Apple e Google. Sua presença se dá apenas pela venda de seu sistema operacional para celulares Windows Phone.
A Microsoft nega boatos de que estaria desenvolvendo novos celulares, além do Sidekick, fabricado pela Sharp, no entanto continuam os rumores sobre o Project Pink.
Fonte: Redação Adnews
A China prometeu punir hackers que ataquem o Google, se houver provas em relação a isso, mas disse que ainda não recebeu qualquer reclamação do site de buscas. O Google declarou em janeiro que pararia de restringir resultados de buscas chinesas e ameaçou deixar a China, a maior comunidade online do mundo com 384 milhões de usuários, por causa da preocupação com hackers e censura.
Segundo a agência oficial Xinhua divulgou neste sábado, o vice-minisntro da Indústria e da Tecnologia da Informação, Miao Wei, afirmou que o Google nunca apresentou nenhuma reclamação sobre os ataques ou buscou negociações. "Se o Google tem evidências de que os ataques vêm da China, o governo vai punir os responsáveis de acordo com a lei", disse Miao. "Não apoiamos hackers, porque também somos vítimas deles."
O Google não estava disponível para comentar de imediato.
Fonte: Reuters
A empresa Paraben desenvolveu um dispositivo USB capaz de detectar material pornográfico escondido em um computador. O dispositivo funciona através de uma série de algoritmos que determinam se uma imagem é pornográfica.
O processo consiste na busca da imagem, detecção da pele, remoção de fundo, detecção de bordas, detecção de face e, finalmente, a classificação com base nos dados obtidos.
Fonte: Redação Terra
Baixar aplicativos para seu smartphone já é algo corriqueiro. Mas não seria bacana se você também pudesse fazer o download de programas toda vez que quissesse acrescentar uma nova funcionalidade ao seu carro?
Essa é a proposta para os automóveis do futuro, de acordo com a Cebit, maior feira de tecnologia do mundo, encerrada neste sábado (6), na Alemanha. A T-Systems desenvolveu em parceria com a Continental um modelo que permite ao usuário acessar aplicativos do carro a partir de um console central, chamado AutoLinQ.
Nesse mesmo dispositivo, há aplicativos que respondem a comandos de voz – um deles, por exemplo, lê e-mails enquanto o motorista dirige. Assim, não é necessário tirar a mão do volante para ter acesso aos programas.
A solução é baseada em Android, o mesmo sistema criado pelo Google para ser usado em smartphones. O objetivo é que desenvolvedores de softwares possam fazer novos aplicativos usando uma tecnologia já bem conhecida na área dos celulares. Ainda não há previsão, no entanto, para a novidade ser implementada comercialmente nos carros.
A novidade atraiu muitos curiosos ao estande da T-Systems, que quiseram testar de perto o console. Mas a espera para entrar no carro era longa e fez muitos visitantes desistirem da ideia.
Entre as aplicações mais interessantes, está uma que informa a distância viajada desde que o tanque foi abastecido pela última vez, quilometragem e intervalos para manutenção. É possível também integrar o sistema ao telefone celular, que passa então a funcionar como um controle remoto para o carro. Ele vai abrir e fechar portas e usar as imagens de câmeras de monitoramento de tráfego para planejar a melhor rota.
Fonte: UOL Tecnologia, por ANA IKEDA de Hanover, Alemanha
Não dá para dizer que foi uma presença avassaladora, mas a participação brasileira na CeBIT 2010, a maior feira de tecnologia do mundo, que termina neste sábado, foi a mais importante do País no evento.
Mais ainda que a presença do Brasil este ano antecedeu um marco: de 10 a 12 de maio de 2011, em Porto Alegre (RS), o país será a sede da Bits Business IT South America, o primeiro evento com a grife CeBIT na América do Sul. A feira - que deverá ser realizada na sede da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul - terá expositores nas áreas de tecnologia da informação, telecomunicações, softwares e serviços digitais e já conta com apresentação no site oficial da CeBIT.
"O Brasil se coloca, ao lado de Russia, India e China, como um dos mais florescentes poderes econômicos mundiais. É o mais importante mercado para investimento estrangeiro da América do Sul", diz a apresentação da CeBIT para o evento de 2011, que já conta com um site oficial: http://www.bitsouthamerica.com.br/.
Participação em 2010
Apesar de relativamente modesta, a participação brasileira na CeBIT 2010 se beneficiou do momento na economia brasileira e do interesse despertado no mundo com a realização da Copa de 2014 e das Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro. Eventos da feira contaram com apresentações de empresas nacionais. Mas é evidente que o Brasil ainda tem muito a crescer. Enquanto gigantes como IBM, Google e SAP contavam com grandes estandes individuais, a maioria das companhias brasileiras esteve presente em dois estandes coletivos - um para as empresas de software e outro para telecomunicações.
Mesmo assim é de se notar que a participação está crescendo. Em 2008 em 2009, eram apenas 15 empresas. Este ano foram 41 empresas e entidades.
A participação na feira foi promovida pelo projeto IT Emerging Players, iniciativa da Associação Nacional das Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) e da Agência Brasileira de Promoção de Exportações Investimentos (Apex), para promover a internacionalização das empresas através de consultorias, capacitação e participação em eventos. O projeto já mobilizou investimentos de R$ 6 milhões.
"Assim, pretende-se impulsionar a capacidade de geração de negócios das micro e pequenas empresas brasileiras de TIC, elevando a competitividade no cenário internacional", explicou o executivo da Anprotec Maurício Schneck, responsável pelo programa.
Fonte: Redação Terra
Apenas 6% das brasileiras fazem compras pela internet, segundo estudo sobre os hábitos de consumo das mulheres do Brasil divulgado nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope).
O relatório também mostra que, das mulheres que compram pela internet, 10% fazem uma avaliação do serviço e comentam a qualidade dos produtos adquiridos, enquanto os homens o fazem em 13% dos casos.
Apesar do crescimento da internet no país, o comércio de rua (48%) e as lojas em shoppings (33%) continuam sendo os locais de compra preferenciais para o público feminino.
Por outro lado, a forma de pagamento preferida das brasileiras é o dinheiro (61%), seguido dos cartões de crédito (32%) e dos cheques (7%).
O estudo toma como referência as compras pessoais das mulheres, excluindo as genéricas para o lar, como comida e bebida.
Contra 58% dos homens que fizeram alguma compra pessoal nos últimos 30 dias, 67% das mulheres compraram artigos para elas próprias. No total, 78% das mulheres investiram seu orçamento em roupas, 60% em sapatos, 43% em roupa para homens e 39% em roupas para crianças.
Os números se baseiam em entrevistas feitas com 19.456 pessoas de ambos os sexos com idades entre 12 e 64 anos entre os meses de agosto de 2008 e agosto de 2009.
As entrevistas foram realizadas nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza e Brasília, além de outras cidades menores.
Fonte: EFE
O Twitter atingiu nesta quinta-feira noite a marca de dez bilhões de mensagens apenas quatro meses depois da mensagem de número 5 bilhões e vai levar mais 202 dias para atingir os 20 bilhões de postagens, de acordo com o site GigaTweet, que mede as postagens no microblog.
Entretanto, a mensagem 9.999.999.999 saiu do Brasil, da usuária @lelamarques, de São Luís, no Maranhão. O número 10 milhões foi enviado por um usuário com a conta protegida, e a 10.000.001, de uma mulher (@SheSz_FUcINgBAD) no Bronx (sem identificar a cidade).
O GigaTweet prevê que a mensagem 10,1 bilhões será enviada neste sábado, a de número 11 bilhões, em 19 dias. Acompanhe a contagem em .
Fonte: Zumo Notícias
O Google aumentou a pressão sobre os negócios de software de escritório da Microsoft com a aquisição de uma pequena empresa iniciante para que usuários editem na Web seus documentos elaborados nos aplicativos Office.
O Google afirmou em seu blog nesta sexta-feira que comprou a empresa DocVerse. Os termos financeiros do acordo não foram divulgados.
"Com o DocVerse, as pessoas podem começar a experienciar alguns dos benefícios da colaboração online usando os tradicionais programas Microsoft Word, Excel e PowerPoint", disse o gerente de produtos do Google, Jonathan Rochelle, no blog.
O Google vem tentando atrair usuários para seu software de escritório, Google Docs, concorrente do pacote de programas para escritório da Microsoft, o Office.
O acordo com a DocVerse é a segunda aquisição anunciada pelo Google só nesta semana, e quarta das últimas quatro semanas.
A DocVerse foi fundada em 2007 por dois ex-gerentes da Microsoft, segundo o site da companhia.
De acordo com informações do blog AllThingsDigital, que cita fontes anônimas, o valor do acordo foi de 25 milhões a 30 milhões de dólares.
Fonte: Reuters, por Alexei Oreskovic
O dito popular "quem espera sempre alcança" parece estar na ordem do dia do chefão da Microsoft. Durante uma apresentação em exposição sobre marketing de buscas na Califórnia, Estados Unidos, Steve Ballmer, diretor executivo da empresa, foi questionado sobre a possibilidade do Bing superar o Google.
Otimista, alegou que mesmo levando um bom tempo, a Microsoft pode chegar ao topo da audiência em buscas na internet.
"Não existe uma boa resposta para essa pergunta. Se você diz sim, parece arrogante. Se diz não, parece contente com o segundo lugar", argumentou ele, de acordo com o site TechRadar.
Ballmer, conta o site Seattle PI, disse que a empresa continuará melhorando a relevância de suas buscas e expandindo para outros países. As medidas parecem estar dando certo: desde seu lançamento, em junho do ano passado, o Bing passou de 8,4% do market share para 11,3 em janeiro de 2010.
Ballmer diz estar contente com os resultados obtidos com o Bing, e pontua que a única vantagem que o Google teve para ser o buscador norte-americano mais utilizado é que eles apareceram primeiro, frisa o site PC World. Atualmente, o Google detém cerca de 65% das buscas feitas nos Estados Unidos. Em associação com o Yahoo, o Bing deve chegar a 30% das buscas feitas.
Fonte: Geek
Fabricantes de seis navegadores de Internet pediram à União Europeia para que pressione a Microsoft a dar a elas mais visibilidade em seu site de escolha de browsers.
A Microsoft prometeu em dezembro que facilitará o acesso à navegadores de concorrentes em seu sistema operacional Windows, pondo fim a uma longa disputa com reguladores europeus.
Em março e abril, a Microsoft irá permitir que usuários europeus de quase 200 milhões de computadores, tanto novos quanto velhos, escolham um de 12 browsers.
À primeira vista, a página da Microsoft (http://www.browserchoice.eu) parece apresentar apenas quatro escolhas de navegador: seu próprio Internet Explorer, o Firefox da Mozilla, o Safari da Apple e o Chrome do Google. Não é tão óbvio que é preciso rolar a tela para a direita para ver as outras opções disponíveis.
As fabricantes desses navegadores —Avant Browser, Flock, Green Browser, Maxthon, Slim Browser e Sleipnir— enviaram uma petição nesta quinta-feira pressionando a Comissão Europeia a corrigir a situação.
"Pedimos apenas que seja acrescentado um texto ou elemento de design que indique ao usuário médio que há outras escolhas à direita da tela visível", disseram as empresas na petição.
Já a Microsoft afirma que a tela está de acordo com as exigências da Comissão Europeia.
Fonte: Reuters, por Tarmo Virki
A Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos pretende aumentar a velocidade de Internet em instituições públicas, como escolas e prédios do governo, para 1 gigabit por segundo até 2020, afirmou o presidente da comissão, Julius Genachowski, nesta quinta-feira.
A ideia é de que o Plano Nacional de Banda Larga da comissão, que será lançando ainda neste mês, também deva liberar o espectro eletromagnético para a banda larga móvel, além de ampliar o acesso universal à Internet banda larga e seu uso e criar uma rede nacional de segurança pública.
Genachowski afirmou que o projeto irá estabelecer metas "dramáticas e corajosas" para levar a Internet rápida a toda a população, incluindo velocidades de 100 megabits por segundo (Mbps) para 100 milhões de lares até 2020.
Um gigabit por segundo é igual a 1.000 Mbps. Estimativas da indústria para a velocidade da Internet atualmente nos EUA são, geralmente, de menos de 4 Mbps.
"Vamos estabelecer metas para garantir que toda comunidade tenha uma conexão de 1 gigabit em alguma instituição importante, como uma escola ou uma biblioteca ou um posto de saúde", disse Genachowski em evento para promover o uso de banda larga por pequenas empresas.
Seus comentários, em linha com as metas estabelecidas pelo presidente Barack Obama para ampliar o acesso barato à Internet de alta velocidade para toda a população norte-americana, são os últimos detalhes sobre o antecipado plano de banda larga da comissão.
Em fevereiro, o Google anunciou que planeja criar uma rede de Internet ultrarrápida de 1 gigabit para até meio milhão de pessoas, que seria distribuída por meio de linhas de fibra óptica.
Duas semanas atrás, a Comissão Federal de Comunicações votou a favor da expansão de um programa que permite que comunidades locais usem o acesso à Internet de escolas do bairro fora do horário de aula, medida que pode ampliar o acesso à Internet de alta velocidade.
Fonte: Reuters, por John Poirier
Há cerca de um ano, o irmão de Muqtar Ali foi morto com um tiro no meio do movimentado mercado de Bakara, na capital da Somália, Mogadíscio, e os US$ 200 dólares que tinha no bolso na hora foram roubados.
Ali afirma que, caso existisse na época o novo serviço de transferência bancária por celular, lançado pela maior operadora de telecomunicações do país no mês passado, seu irmão estaria vivo.
A empresa de telecomunicações Safaricom foi a primeira a lançar o serviço no país vizinho do Quênia, que hoje conta com oito milhões de usuários. Além de poderem fazer transferências de dinheiro para familiares e amigos, as pessoas também podem pagar contas de luz e até receber dividendos de companhias.
A Hormuud Telecom, maior operadora da Somália com mais de um milhão de assinantes, afirmou que desenvolveu seu próprio software para o serviço de tranferências bancárias, o SAAD, mas contou com a ajuda da Safaricom em oficinas e consultorias.
O novo serviço deve reduzir os riscos de segurança ligados à necessidade de se carregar grandes quantidades da moeda somali no bolso nos mercados das regiões sul e centrais do país, marcadas por anos de conflitos.
Após se registrarem no serviço, os clientes podem fazer depósitos através da operadora de celular, e assim comprar créditos de telefone. Eles também podem transferir dinheiro para outras pessoas registradas no serviço.
"Fiquei muito triste quando soube da pior notícia da minha vida, da morte do meu irmão. Ele vinha tranferir dinheiro para minha loja quando os assaltantes o mataram", disse Ali.
"Eu acredito que a vida do meu irmão teria sido salva se esse serviço existisse na época".
Fonte: Reuters, por Sahra Abdi
A Guarda Civil espanhola anunciou nesta quarta-feira a desarticulação, junto com o FBI, da maior rede mundial de computadores "zumbis", com mais de 13 milhões de computadores pirateados sob controle de três espanhóis, que foram detidos.
Estes "computadores zumbis", espalhados por mais de 190 países, eram controlados pelos delinquentes que criaram esta rede, por meio da qual podiam obter dados pessoais, principalmente bancários, ou enviar spamns. São computadores particulares, mas também empresas privadas e organismos públicos.
No computador do responsável por esta rede, detido em fevereiro no País Basco (norte), a Guarda Civil obteve informações pessoais de mais de 800 mil usuários.
Segundo os agentes, o responsável vivia desta rede de computadores "escravos", alugando-os com fins delituosos.
Fonte: AFP
A Microsoft ainda vê uma grande demanda por seu sistema operacional Windows 7, lançado no ano passado, e um novo ciclo orçamentário irá ajudar a gerar uma recuperação gradual nos gastos corporativos, afirmou o vice-presidente de operações da empresa norte-americana.
"Vimos um grande interesse pela atualização do Windows 7", disse Kevin Turner em visita à London School of Economics, em Londres, Inglaterra, nesta quarta-feira. "Há muita força nisso".
Turner afirmou que a Microsoft irá vender este ano 300 milhões de cópias do Windows 7, nova versão do sistema operacional usado em nove de cada 10 computadores em todo o mundo, mas disse que o cenário é misto, com diferentes taxas de recuperação em todo o mundo.
A empresa já vendeu 90 milhões de cópias do Windows 7 desde seu lançamento, em outubro de 2009.
"Uma certeza que posso ter é que, pelo menos em 2010, a maioria das pessoas entraram em um novo ciclo orçamentário, o que ajuda, mas ... eles continuam conservadores", disse Turner. "Acho que ainda será algo gradual".
Fonte: Reuters, por Georgina Prodhan
Por Hielbert Ferreira
Mais curta, mas não menos ambiciosa e de olho no futuro, começa hoje, em Hannover, na Alemanha, a Cebit 2010, maior feira de tecnologia do mundo.
Ao contrário dos anos anteriores, quando ocorria de terça a domingo, a versão 2010 da Cebit termina no sábado. À cerimônia de abertura, na noite (local) de ontem (segunda-feira, 01/03/2010) estiveram presentes a primeira-ministra alemã, Angela Merkel, e o chefe do governo espanhol e presidenterotativo da UE, José Luis Zapatero, e, ainda, Léo Apotheker, CEO cessante da SAP o que demonstra a importância da feira.
Também prestigiam o evento os executivos das principais empresas de tecnologia do mundo, como Google, Amazon, Skype, Facebook, Sony Ericsson, Intel e Microsoft, entre outras. Dezoito empresas e entidades brasileiras também participarão da Cebit com a expectativa de ampliar a atuação do país em novos mercados.
O tema deste ano é "Connected Worlds". A proposta é ter foco nas tecnologias que ligam o escritório à casa. A computação "de nuvem" (com arquivos guardados e rodando a partir da internet) é um dos principais temas a ser discutido em Hannover. "A computação de nuvens pode ser a força-motriz da nova revolução industrial", diz Heinz-Hubert Weusthof, diretor de desenvolvimento da IBM na Alemanha no texto de apresentação.
Estima-se que esta "nova revolução industrial" vá provocar mudanças não apenas tecnológicas, mas, principalmente, econômicas e sociais, com desdobramentos na preservação do meio ambiente. Prometem afetar não apenas o formato de computadores, mas como as pessoas lidam com a tecnologia.
Em 2009, a Cebit recebeu cerca de 400 mil visitantes e 4,3 mil expositores. Na Cebit 2010, são 4.150 expositores. O mais importante estará na feira pela primeira vez: o Google.
Empresa reconhece falha no IE que pode prejudicar Windows XP e recomenda que usuários evitem apertar F1 ao usarem o navegador.
A Microsoft recomenda aos usuários do Windows XP que não apertem a tecla F1 quando pedido por um site, como parte da reação a uma vulnerabilidade que ainda não foi corrigida que pode ser usada para invadir computadores usando o Internet Explorer (IE).
Em um boletim de segurança divulgado na segunda-feira (1/3), a empresa confirmou um erro no VBScript, oferecendo mais informações sobre a falha e dando dicas sobre como proteger o computador até o lançamento da correção.
“A vulnerabilidade existe no jeito que o VBScript interage com arquivos de ajuda do Windows usando o Internet Explorer”, diz o boletim. “Se um site malicioso mostrar uma caixa de diálogo e o usuário apertar a tecla F1, códigos arbitrários podem ser executados.”
Windows 2000, XP e Server 2003 são afetados pelo erro, segundo a Microsoft, e qualquer versão do Internet Explorer que rode nesses sistemas – incluindo o IE6 no XP – pode ser usada por invasores.
A Microsoft ainda não divulgou um lançamento para a correção. “Tentaremos tomar as ações apropriadas para proteger nossos consumidores”, disse a empresa. O próximo pacote de segurança está agendado para 9 de março.
Mesmo sem classificar a vulnerabilidade, a Microsoft disse que hackers que explorem a falha podem tomar controle total de um sistema Windows.
Fonte: Computerworld/EUA, por Gregg Keizer
GOLPE, endereços na Internet convidam internautas a serem beta testers do tablet da Apple. Ao final do período, o participante ficaria com o equipamento.
Que tal ser um beta tester do iPad e, depois do período de avaliação, ficar com o tão esperado tablet da Apple como recompensa pela ajuda? Bom demais para ser verdade, não é? Pois criminosos estão utilizando páginas no Facebook com essa proposta para conseguir novas vítimas para seus golpes na Internet. O alerta é da empresa de segurança Sophos.
Para garantir um maior número de vítimas, as páginas pedem que o visitante convide seus amigos do Facebook, o que “aumentaria suas chances de ser aceito como um dos testadores” da falsa promoção. Quem acredita na conversa é direcionado para um formulário com layout semelhante ao do site a Apple, no qual é preciso inserir várias informações pessoais, como nome, data de nascimento e número de telefone, entre outras.
Resumindo o processo, o internauta acaba, sem saber, fazendo a assinatura de um serviço telefônico que cobra 10 dólares por semana. Após ter sido alertado pela Sophos, o Facebook removeu esta página do ar, mas a empresa de segurança afirma que há várias outras páginas nessa rede social que também utilizando o iPad como isca.
De acordo com a Sophos, é possível que milhares de pessoas tenham sido vítimas da falsa promoção de teste do iPad (por conta do grande número de fãs da página que falava sobre o golpe).
Fonte: Macworld Brasil, por Daniel dos Santos
Esqueça as gambiarras. Se você é fã da distro Ubuntu do Linux, saiba que sua nova versão 10.04 vem com suporte nativo para iPhones/iPods touch. Sim, totalmente plug & play! ;-)
iPhone no Ubuntu 10.04
A funcionalidade já está habilitada na terceira versão alpha do “Lucid Lynx” (codinome do Ubuntu 10.04) e permite que arquivos sejam gerenciados nos gadgets pelo Nautilus. Com o programa Rythmbox, é possível reproduzir músicas diretamente do iPhone/iPod touch.
Resta saber, agora, se a Apple fará algo para impedir isso, porque uma versão do iTunes para Linux dificilmente existirá…
Fonte: Web Upd8, por por Rafael Fischmann
Após uma curta pausa, os feixes de partículas voltaram a circular na "máquina do Big Bang" que existe sob a fronteira França-Suíça e devem alcançar sua velocidade máxima dentro de duas a quatro semanas, disse uma porta-voz da Organização Europeia de Pesquisa Nuclear (Cern) na segunda-feira.
"Tivemos uma parada técnica no Natal e isso acabou. Os feixes estão circulando novamente", afirmou Barbara Warmbein à Reuters.
As colisões com a máxima energia possível, imitando as condições no momento seguinte à criação do universo, 13,7 bilhões de anos atrás, devem ocorrer quando o chamado colisor de hádrons alcançar sua velocidade máxima.
Cientistas de todo o mundo vão vasculhar os resultados em busca da elusiva partícula chamada bóson de Higgs, cuja existência foi prevista há três décadas pelo cientista escocês Peter Higgs para explicar como a matéria se juntou e formou o universo.
"O plano é funcionar com essas energias por 18 a 24 meses, para dar aos experimentadores os dados que eles precisam para trabalhar", disse Warmbein.
O Grande Colisor de Hádrons é a maior máquina já construída. Ele chegou a despertar temores infundados de que poderia criar buracos negros capazes de destruir a humanidade, e foi citado também no best-seller "Anjos e Demônios", de Dan Brown.
O aparelho foi ativado pela primeira vez em setembro de 2008, mas parou dez dias depois por causa do superaquecimeento no túnel circular de 27 quilômetros. O projeto atrai milhares de físicos do mundo todo e custa cerca de 10 bilhões de dólares.
Fonte: Reuters, reportagem de Laura MacInnis
A propaganda por e-mail é a mais conhecida e eficaz ferramenta de marketing digital de que se tem notícia. Pesquisa realizada recentemente revelou que 64% dos entrevistados afirmaram fazer compras após o recebimento de um e-mail promocional.
Essa forma de propaganda, porém, continua sendo mal trabalhada pela maioria das empresas. E-mails genéricos e com assuntos sem interesse por parte do receptor são alguns dos erros mais comuns, juntamente com excesso de mensagens.
Obter resultados efetivos com essa forma de promoção, como todas as outras, depende de planejamento. Muita gente ainda pensa que e-mail marketing é comprar um CD com o endereço de milhares de pessoas (quanto mais, melhor) e sair disparando mensagens, entupindo a caixa postal dos pobres coitados. Com certeza esse é o caminho mais seguro para cair na lista de anti-spam.
O primeiro passo de uma campanha é estabelecer objetivos e uma estratégia sobre como utilizar as diferentes formas de mensagem. Um e-mail marketing pode ter diferentes propósitos: transmitir informações relevantes para o receptor (caso das newsletters), oferecer uma promoção, destacar os diferenciais de seus produtos e serviços, ser uma ferramenta de relacionamento (com cumprimentos de aniversário, ano novo, novo cliente, promoção no cargo, etc.). As vendas ou novos negócios gerados são resultado do planejamento do conjunto dessas ações e não de e-mails isolados.
Em relação à base de dados, o código de regulamentação de campanhas de e-mail marketing criado pelas próprias empresas do setor recomenda não se utilizar de fontes terceirizadas e sim formar seu próprio mailing, cadastrando os visitantes do site. Oferecer benefícios adicionais ou brindes é a forma mais eficaz de incentivar as pessoas a fornecerem informações pessoais. Novos contatos também podem ser obtidos com a equipe de vendas e atendimento ao cliente.
Sempre que possível, o conteúdo do e-mail marketing deve estar relacionado ao site da empresa. No caso de newsletters e promoções, o ideal é que a mensagem contenha links que levem ao site. É um "gancho" para que a pessoa navegue à procura de outras informações de seu interesse.
Links e botões também possuem outra função importante. As ferramentas de disparo para e-mail marketing contam com diversas formas de mensuração de resultados e podem monitorar o interesse do leitor por um determinado assunto ou produto por meio dele.
Aliás, também é recomendada a utilização destas ferramentas para realização dos disparos das campanhas. Além de agilizar o envio, possuem uma série de recursos, desde evitar que o e-mail seja classificado como spam até o monitoramento sobre quantos foram enviados com sucesso. As mais sofisticadas, inclusive, são capazes de monitorar dia da semana, horário e página que o usuário acessou.
Fonte: Imasters, por Silvio Tanabe
Agências de publicidade precisam encarar o conflito de gerações que estamos passando. A realidade virtual hoje é real, acabou a diferença entre online e offline, tudo se completa e caminha para a realidade aumentada.
A realidade virtual pode ser definida como a interface que permite a interação do elemento humano com ambientes ou elementos gerados por computador através de sensores, monitores, óculos e outros dispositivos de entrada e saída de dados.
Em 1982, tudo isso era uma ideia pouquíssimo difundida. Naqueles tempos, filmes gringos demoravam anos para desembarcar em terras tupiniquins, então imagino que deveria ter uns sete ou oito anos de idade quando assisti Tron pela primeira vez.
Quase enlouqueci. Concordo, pelos padrões atuais, a produção é no mínimo risível, com efeitos visuais bem toscos e primitivos, mas, pelo menos para mim, o filme marcou uma importante quebra de paradigma.
Como um bom garoto de oito anos de idade, nunca havia dedicado muito de meu tempo à contemplação da possibilidade da coexistência de múltiplas realidades. Até porque, naquela época, discussões como estas estariam restritas a círculos religiosos ou filosóficos e teriam poucas aplicações práticas.
O tempo passou e, desculpe a redundância, mas a realidade virtual se tornou uma realidade por si só.
Finalmente existia um modo seguro – e relativamente barato – de transportar o ser humano a situações improváveis, impossíveis ou perigosas, que rapidamente ganhou aplicações práticas que vão desde programas de treinamento à medicina, passando, logicamente, pelos inevitáveis games.
Contudo, estava fadada a se restringir a simulações pontuais, uma vez que parte do princípio da inserção do ser humano no ambiente virtual, tendo o próprio ambiente virtual como fator limitante.
Em outras palavras, para usufruir da tecnologia, é necessária toda uma parafernália que transporta alguns ou todos os nossos sentidos para uma plataforma digital.
A realidade virtual não pode nos acompanhar no caminho para o trabalho ou durante um passeio no parque – ou pelo menos não de um jeito que seja conveniente ou prático. Para que isso fosse possível, seria necessário que elementos virtuais invadissem o ambiente real, invertendo a própria lógica da realidade virtual.
Obviamente, os geeks de plantão já pensaram nisso, e sua resposta a este problema chama-se realidade aumentada.
Esta tecnologia utiliza códigos impressos para a projeção de elementos virtuais que interagem com o elemento real. Por exemplo: um programa ou site específico permite que determinado código, quando direcionado a uma webcam, gere animações que interagem com o suporte real – que pode ser qualquer mídia, de papel a azulejos.
Utilizando-se desta tecnologia, pesquisadores na Alemanha desenvolveram uma máscara de mergulho com monitor embutido que permite que o nadador interaja com elementos virtuais, como peixes e vegetação aquática, em uma piscina especialmente preparada com os tais códigos.
Em um futuro próximo, é bem possível que elementos virtuais interajam conosco diariamente para os mais variados fins, do entretenimento à publicidade, dos serviços públicos à educação.
Não é muito difícil imaginar monitores transparentes embutidos em óculos. Ou mesmo lentes de contato com conexão à internet traduzindo códigos e trazendo elementos virtuais para o nosso cotidiano.
A realidade aumentada já é utilizada na publicidade e no entretenimento (ainda que em um estágio embrionário) inclusive no Brasil, mas as possibilidades são tantas que fica difícil imaginar suas aplicações.
Não cabe aqui um exercício de futurologia, mas fica claro que o choque entre realidade virtual e realidade aumentada levanta questões sobre a percepção da própria realidade pelas gerações pré e pós internet.
Qual o limite da realidade? Existe um limite? O que enxergamos como “mundo virtual” é realmente separado da realidade? Estas questões metafísicas são hoje extremamente relevantes para o mundo da comunicação.
Para seres humanos que nasceram em um mundo com apenas uma realidade perceptível (pelo menos por aqueles que não possuem poderes extra-sensoriais) é mais que natural classificar uma experiência virtual – seja navegar na internet, jogar videogames ou participar de comunidades – como separada do mundo dito real, com fronteiras claras e imóveis.
Esta fronteira tende a tornar-se mais difusa entre a Geração Y, muito mais à vontade com o mundo dito virtual. Atividades, diálogos, amizades e mesmo amores transitam quase sem resistência de um meio para o outro.
Com a quebra da fronteira que a realidade nos impõe, o internauta torna-se livre para cultivar relacionamentos e viver experiências que de outra forma lhe seriam negadas – experiências estas que se tornam parte de seu cotidiano, e que têm a mesma relevância de experiências “reais”.
Mito nas agências
Tradicionalmente, clientes contratam agências de propaganda de acordo com sua especialidade – esta fica com a verba online, aquela outra se responsabiliza pelas atividades offline.
Isto acontece porque, em grande parte, ainda existe o mito de que o consumidor adota atitudes diversas no meio “virtual” e no meio “real”, ou de que o consumidor online é diferente do consumidor offline.
Este argumento pode até ser válido para pessoas nascidas até a Geração X, da qual faço parte. Mas o que dizer da Geração Y, que desde muito cedo convive com a internet, participa de redes sociais e incorpora o universo online em sua vida como um todo?
Para este consumidor, o “virtual” é tão presente quanto o “real”. Como é exatamente este consumidor que irá ditar as tendências de consumo nas próximas décadas? Este tipo de divisão de verba simplesmente não faz sentido.
É claro que este novo consumidor também compra offline, mas seu processo de decisão está mais fortemente arraigado na internet.
A sobrevivência das agências de comunicação passa pela aceitação do questionamento da fronteira da realidade proposta pela realidade aumentada e de seus desdobramentos.
Já faz tempo que anunciar no horário nobre da televisão não é o suficiente.
O internauta da Geração Y não está disposto a aceitar a versão do noticiário das oito ou a acreditar em comerciais de trinta segundos. Ele irá procurar opiniões e impressões de seus pares e muitas vezes gerar seu próprio conteúdo, que por sua vez pode influenciar o processo de decisão de outros internautas.
Neste processo, as empresas perdem o monopólio sobre a comunicação de suas próprias marcas, mas em compensação ganham milhares ou mesmo milhões de difusores de informação. Dependendo da relação destes difusores com a empresa, eles podem se tornar grandes aliados ou inimigos terríveis.
Exatamente por isto, uma imagem favorável na internet já tem, hoje, poder de vida e morte para muitas empresas.
Clientes e agências continuarão a tropeçar em suas estratégias de comunicação enquanto não entenderem que não existe um muro entre o mundo real e o mudo virtual.
E enquanto não aceitarem o questionamento proposto pela realidade aumentada como combustível para a busca e aperfeiçoamento das práticas de comunicação que garantirão a sobrevivência de todos.
Fonte: Webinsider, Por Pablo Caldas
Consumidores brasileiros contam com cada vez mais smartphones equipados com Android, o sistema operacional móvel do Google anunciado em novembro de 2007 e que, desde então, tem sido adotado maciçamente pelas principais fabricantes de telefones celulares, como a HTC, a Motorola, a Samsung e a LG.
Uma das principais características do sistema é a integração com os serviços da gigante das buscas. Preenchendo o seu nome de usuário e a sua senha do Google em um aparelho com Android, sincronizam-se automaticamente no celular seus compromissos no Google Agenda, seus e-mails no Gmail e seus contatos no Google Talk.
O Google tem apostado em peso nos comandos de voz para Android, que servem para fazer buscas na internet e ativar funções. O recurso, porém, ainda não é capaz de reconhecer a língua portuguesa.
O modelo mais avançado com Android disponível no Brasil é o Milestone, da Motorola, com tela de 3,7 polegadas sensível ao toque, resolução de 480x800, teclado QWERTY, 3G, Wi-Fi, Bluetooth, GPS e câmera de 5 Mpixels.
A Motorola também oferece no país o Dext, que tem tela de 3,1 polegadas sensível ao toque e teclado QWERTY e conta com a plataforma Motoblur, que centraliza atualizações de redes sociais, como o Twitter e o Facebook.
Já o Samsung Galaxy, que não vem com teclado físico, destaca-se pela tela sensível ao toque de 3,2 polegadas, com ótimo brilho e contraste.
A LG, por sua vez, lançou recentemente no Brasil o modelo GW620, com tela de três polegadas sensível ao toque e teclado QWERTY.
Nexus One
O Nexus One, primeiro celular com marca própria do Google, fabricado pela HTC, deve chegar ao Brasil no segundo trimestre do ano, de acordo com o diretor-geral do Google para a América Latina, Alexandre Hohagen, em entrevista à Folha em janeiro.
Fonte: Folha de S.Paulo, por RAFAEL CAPANEMA
A partir de março, ao menos três instituições brasileiras começam a discutir ações práticas para uma suave transição do protocolo internet, do IPv4 para o IPv6, já em andamento, mas que deverá ser acelrada no próximo ano.
Na última sexta-feira, 26/02, um dos temas da reunião plenária do Comitê Gestor da Internet, segundo André Barbosa, assessor especial da Casa Civil, foi a possibilidade do país passar a só utilizar (leia-se, inicialmente, distribuir) endereçamento IPv6 já a partir de 2011.
O próprio André Barbosa tem estimulado o debate sobre a adoção do novo protocolo também no Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital e, por conta disso, decidiu propor ao Comitê Gestor do ProTIC, durante a primeira reunião do órgão, marcada para esta semana, que apóie a criação e produção de um chip híbrido IPv4/IPv6 pela Ceitec, imediatamente.
“Na próxima reunião do Fórum SBTVD vamos definir como se dará essa transição IPv4/IPv6 para a TV Digital. Uma das formas de facilitar essa transição é usar nos conversores chips com suporte IPv4/IPv6″, comenta André Barbosa. “Temos que promover a articulação de programas e projetos, desde o início, para ganhar tempo”, afirma.
O ProTIC
Para quem chegu agora, o ProTIC , Programa de Apoio à Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação em Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação, seria uma espécie de CPqD das TICs, na definição didática do Secretário de Políticas para Informática do Ministério de Ciência e Tecnologia, Augusto César Gadelha Vieira. Seu braço operacional é o CTIC, Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Tecnologias Digitais para Informação e Comunicação , gerido pela RNP – Rede Nacional de Ensino e Pesquisa.
“Com o CTIC criamos uma rede virtual e mecanismos de condução e coordenação desse ambiente distribuído de pesquisa e desenvolvimento. Já o ProTIC foi criado para institucionalizar todo esse processo atuação do CTIC e facilitar a liberação de recursos por parte do BNDES, da Finep, do CNpq e assim por diante, como já acontece hoje com outros programas de incentivo como o ProNex”, reforça Gadelha.
A Ceitec
Inaugurada no Rio Grande do Sul, pelo presidente Lula, no início de fevereiro, a Ceitec S.A é a estatal brasileira de microeletrônica encarregada de produzir chips para os mercados de mídia digital, comunicação sem fio e identificação por radiofrequência (RFID). A despeito das críticas de ter sido montada com maquinário ultrapassado, doado de uma fábrica fechada pela Motorola, o governo trabalha com a perspectiva de ciclos de produção de nove meses (tempo decorrido da chegada de um projeto à fábrica até o início da produção comercial).
Um de seus primeiros produtos é o Chip do Boi, um identificador por rádio que usa a tecnologia RFID. Peça fundamental de brincos que ajudam a identificar gado bovino. Outros produtos são um chip de modulação para o sistema brasileiro de TV digital (ISDB-T) e uma família de circuitos integrados para identificação eletrônica de bagagens, automóveis e medicamentos. A empresa também poderá fornecer tecnologia para a confecção do passaporte eletrônico.
IPv4/IPv6
Para saber um pouco mais sobre a transição do protoclo internet, do IPv4 para o IPv6, vá em www.ipv6.br.
Fonte: Idgnow, por Cristina De Luca